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A Activision vai promover um evento de estreia do game Call of Duty Modern Warfare no dia 24/10, o evento vai ocorrer no Shopping Center Norte (São Paulo – SP). A entrada vai ser gratuita e contará com a presença de influenciadores com thedarkness entre outros.

Se você se interessou e não quer perder esse evento, então confira abaixo a data e endereço do local.

  • Data: 24 de outubro (quinta-feira)
  • Horário: Das 18h até às 21h30
  • Local: Saraiva do Shopping Center Norte
  • Endereço: Travessa Casalbuono, 120 Loja 414 - Piso Térreo - Vila Guilherme, São Paulo - SP, 02089-900
A franquia Pokémon é enorme, e seu universo é repleto de informações fantásticas, algumas bem desconhecidas, então vamos conhecer 5 Fatos que você provavelmente desconhece sobre a franquia:

5. Qual o primeiro Pokémon criado?


Apesar de muitos não qual Pokémon foi criado primeiro, a maioria "chuta" que os primeiros a serem concebidos foram os três Pokémon iniciais, mas a verdade é que Rhydon foi o primeiro Pokémon criado em toda a franquia!

4. Pedra, o tipo mais poderoso?


Os Pokémon podem ser de no máximo dois tipos diferentes, por exemplo, pode ser de Água e Voador. Mas fãs decidiram imaginar um Pokémon que fosse de todos os 18 tipos possíveis ao mesmo tempo, e para a surpresa de muitos, este "super Pokémon" ainda teria fraqueza contra o tipo Pedra.

3. Pokémon no almoço


Os Pokémon são excelentes criaturas para batalha e outras atividades, mas também podem ser um excelente prato no dia de domingo. Nas primeiras versões do jogo, a cauda do Pokémon Slowpoke era considerada uma iguaria culinária e valia muito dinheiro.

2. Qual o número desse Pokémon?!


Os Pokémon tem vários nomes que misturam vários tipos de línguas para compor o que aquele monstrinho representa, mas muitos deles tem números atrelados ao seu nome. É o caso de Articuno, Zapdos e Moltres, quem têm, respectivamente, os números em espanhol "Uno", "Dos" e "Tres" em seus nomes.

1. Clefairy era o "garoto propaganda" de Pokémon


Originalmente nos mangás, Clefairy era o rosto da marca Pokémon, mas na produção do anime, decidiram que Pikachu seria o mascote de Ash, pois acreditavam que ele teria um apelo melhor para os jovens.

God of war tem mais de 10 anos de lançamento, mas ainda hoje é referência no gênero Hack n' slash, competindo de frente com Devil May Cry. O que torna God of war tão atemporal são, em verdade, os próprios alicerces que deram vida ao jogo: A mitologia grega. A briga de deuses ciumentos, invejosos e trapaceiros, e humanos valorosos e fortes compõe toda a saga mitológica contada séculos atrás e ganha vida de forma magistral no jogo da Santa Monica. Aqui a mitologia é adaptada para encaixar o personagem principal na trama grega, Kratos, um espartano em essência que depois de ser traído por Ares, o Deus da guerra, passa a buscar vingança pela morte de sua família. 

O enredo é bem simples, mas não menos épico, justamente como as lendas gregas. Tudo é enorme e imponente, desde os prédios suntuosos da cidade de Atenas, até os mecanismos complexos que protegem a Caixa de Pandora nas costas do Titã Cronos(Que é uma das maiores criaturas vistas na franquia). Os gráficos da época eram estonteantes e conseguiam trazer a Grécia para a tela do jogador, e a sensação de imersão era lapidada com a trilha sonora muito bem orquestrada e feita através de corais, para exaltar a música da Antiga Grécia. 



O sistema de batalha flui muito bem e os combos são de fácil execução, jogadores experientes com o gênero não terão dificuldades com o jogo, ainda que ele apresente bons desafios.

O jogo dura em média 10 horas e é o tempo ideal para a aventura, sempre trazendo puzzles complexos entre as lutas sanguinolentas, balanceando bem a experiência do jogador e nunca ficando desinteressante.



God of war é um jogo mitológico em todos os sentidos, e assim como sua inspiração, hoje faz parte do rol dos grandes jogos dos anos 2000, sendo reverenciado pelos jogadores da época e ainda vivo como os velhos contos gregos, sendo contado e lembrado pelos que foram tocados pela sua marcante narrativa.

Nota: 9.8/10

Lançamento: 22/03/2005
Distribuidora: Sony Interactive Enterteinment 
Desenvolvedora: Santa Monica Studio
Gênero: Ação/ Hack n' Slash
Plataformas: Playstation 2 (posteriormente Playstation 3)
No decorrer do dia de hoje a revista Wired em parceria com a Sony, confirmou que o novo console da Sony se chamará mesmo Playstation 5, continuando assim a família. 

 O Playstation 5 não tem um dia certo de lançamento, mas foi confirmado para o final do ano 2020, supondo-se que seja na época natalícia, uma época conhecida pelo aumento geral das vendas. O preço ainda não foi revelado.

 A Sony também confirmou que as imagens que andavam a passear pela internet de um Kit de desenvolvimento do PS5 é real e que também tem estado a trabalhar com alguns estúdios na produção de novos games.

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Com a confirmação do lançamento do PS5, a Sony revelou as mudanças que o comando, suposto DualShock5? Mais tarde se saberá, irá ter.

 O novo controle terá conexão USB-C para carregar a bateria que por sua vez irá ser mais duradora fazendo também com que o comando seja mais pesado, também contará com uma saída de som tal como o seu antecessor DualShock4.

A Sony pretende elevar o feedback do nosso principal meio de interacção com o jogo, através da háptica, ou seja através do tacto.

Este feedback Háptico fará com que chocar com uma parede tenha uma sensação totalmente diferente de cortar a bola num relvado.  Será possível sentir texturas a correr por lama ou relva.

 O comando também terá gatilhos adaptáveis, que estarão incorporados nos botões L2 e R2. Esta adaptabilidade permitirá aos desenvolvedores programar a resistência dos gatilhos permitindo que tenhamos a sensação mais parecida ao que seria puxar um arco ou acelerar um carro.








A gigante Pain Gaming,  famosa no cenário de League of Legends, anunciou hoje a sua nova parceria com a gigante dos motores: a BMW. A gigante BMW é a primeira fabricante automotiva a patrocinar a Pain Gaming.
O vídeo de apresentação contou com a participação do mid-laner que voltou  à ativa a pouco tempo, Gabriel “Kami” Bohm , Ricardo “Piuzinho” Lubu do Free Fire e também a jogadora de CS GO Juliana “showliana” Maransaldi, entre outros.

Confira abaixo o vídeo de anúncio da parceria:


PS4 firmware 7.00

Novo recurso de grupo e modo remoto chegarão com o firmware 7.00

Para os fãs do PS4 que gostam de jogar com os amigos, o recurso de grupo foi refeito e inclui um aumento máximo de 8 para 16 partícipes, além de melhoria na qualidade e estabilidade, além de outras melhorias.
Contas norte americanas terão acesso prévio à transcrição de bate-papo, no qual é possível converter o áudio em texto ou inserir um texto para que os membros do bate-papo possam ouvir.
A parte final da conexão sofreu melhorias permitindo aos usuários superar problemas de desconexão entre outros pequenos incidentes.

Jogo remoto

Jogo remoto será possível por meio do Android 5.0 ou superior. Basta baixar o PS4 remote play app.
Para iPhone/iPad, o recurso foi atualizado permitindo mostrar o controle e travando a orientação da tela.
Além disso, os jogadores poderão utilizar o DualShock 4 via bluetooth para jogo remoto no Android/iPhone/iPad/Mac. Para isso, é necessário Android 10, iOS 13, iPadOS13 ou macOS Catalina (a ser lançado em outubro).
A Sony recomenda a utilização do PS4 por meio de rede com cabos.

Crédito: Marlon Gontijo

O que é um RPG?

É uma sigla em inglês de role playing game, gênero de jogo onde os jogadores interpretam os personagens em um universo de fantasia. O termo role pode ser entendido como papel, exigindo uma atuação do jogador, dado o papel que ele escolhe fazer dentro do jogo.
Os RPGs podem se jogados de diversas formas, tais como leitura, atuação, com vestimentas e ações pertinentes, de tabuleiro, com dados, lápis e papel, eletrônica, ect.
Independente da modalidade, o jogo é guiado pelo mestre, ou game master (GM). Este dita as regras, narra, escolhe os cenários, atribui condições e eventos de modo a conduzir o jogo, garantido diversão e desafio, instigando o desenvolvimento dos jogadores e dos personagens. O mestre geralmente controla tudo que não é o jogador, cria sistemas aos quais se vincula também.
Os sistemas de regras funcionam pela predeterminação destas. É um tanto complexo e rico e requer certa maestria para se criar um. Algumas empresas até vendem esses sistemas, mas não há nada que impeça os jogadores de criarem suas regras particulares para seus jogos, pois o que importa é que o sistema seja harmônico e autossuficiente.
Um dos elementos que compõem os jogos de RPGs são os cenários. É importante tem um mapa, ter uma física determinada, para se ter sincronia dentro do jogo, fazendo com que a iteração entre jogador ambiente ocorra de forma cadencial, organizada e sistêmica. Os mais diversos cenários podem existir dentro do jogo, com conexão para todo tipo de topografia, seja real, fantástica, medieval, atual, futurista, etc.
A narração do jogo faz parte do RPG. É a história, o que fez a coisa ser assim, a evolução, o antes, o enredo, a ocasião. Diversas narrativas podem se encaixar num mesmo sistema de jogo.
Os jogadores podem criar seus próprios personagens, obedecendo as regras do sistema do jogo, como, por exemplo, a quantidade inicial de pontos de atributos a serem distribuídos no momento da criação. Alguns RPGs que usam lápis e papel chegam a ter cerca de 200 campos para preenchimento, quando da criação de um personagem.
O mestre do jogo costuma ser um jogador com grande conhecimento de tudo. Ele dita o artifício, descreve de forma detalhada o ambiente (chegando a gastar vinte minutos para descrever a entrada de uma caverna), escolhe quais eventos podem acontecer ou não, bem com as condições de cada ambiente, dado o andamento da narrativa, ao que temos como exemplo, em um sistema definido, com os jogadores dentro de uma caverna, chover ou não chover não faz diferença, pois estão dentro da caverna, ao passo que, se a caverna tiver conexão com um rio, ou uma fenda em sua parte superior, a caverna poderia até inundar. Estas circunstâncias estão sob controle do mestre, sempre respeitando o sistema do jogo.
É importante que o mestre deixe os jogadores livres para fazerem o que quiserem, sempre respeitando as regras do sistema do jogo. Se um jogador quiser mergulhar em um lago, que mergulhe, desde que previamente determinada sua habilidade para mergulhar. Ainda assim, o mestre deve permitir o andamento da história (narrativa). Em jogos eletrônicos, tem-se como definição de mestre o algoritmo da programação do jogo. Geralmente, quando o jogador não obtém sucesso em suas ações, ele costuma citar o nome do criador do jogo, como uma forma de reclamação, ainda que jogando sozinho em seu quarto. Com o avanço das comunicações, ficou muito mais fácil se aproximar do criador do jogo, do mestre daquele algoritmo, podendo fazer sugestões, reclamações ou elogios.
Outro aspecto que está sob o comando do mestre não os NPC (non player character), ou seja, personagem não controlado pelo jogador. Imaginemos que o grupo de jogadores cheguem à uma cidade, os cidadãos dessa cidade são todos controlados pelo mestre. Os inimigos em confronto com os jogadores também são todos controlados pelo mestre. O jogador, a bem dizer, somente controla o personagem por ele criado e nada mais.
O elemento aleatório está presente nos jogos, seja por algoritmo lógico nos jogos eletrônicos, seja por meio de dados, em jogos de tabuleiros, seja por outros recursos de obtenção aleatória e incerta de caracteres. Os dados são uma forma muito comum para apurar a chance de sucesso ou fracasso em uma ação. Jogar um dado é sempre uma emoção única! “Vai abrir um baú? Se tirar o número dez ao jogar um dado de vinte lados, vai receber uma arma lendária!” Quanta emoção ao jogar um simples dado na mesa.
Claro que cada sistema define seu próprio segmento de chances, porém, é bem comum se utilizarem de dados, das mais variadas quantidades de lados. D10, dado com dez lados; D8, com oito lados, e assim por diante, o quanto a geometria poligonal permitir.
Ao falar de um ambiente, um cenário, o local onde os personagens estão, é seguro se utilizar de um mapa, um desenho, um recurso, no qual todos os jogadores podem identificar a posição geográfica dos personagens e do ambiente. Corredores, portas, inimigos, buracos, tudo pode ser facilmente qualificado numa folha de papel.
É comum que as partidas também sejam jogadas em tabuleiros que representem o cenário descrito pelo mestre. Nesses casos, são utilizadas miniaturas que demonstram a localização de cada personagem jogador e também aqueles controlados pelo mestre. Conforme os personagens se descolocam, os jogadores movem as miniaturas pelo tabuleiro.

Uma característica do RPG é a imersão que o jogo traz. As partidas geralmente são demoradas e como geralmente requerem a participação de mais de um jogador, ao paralisarem o jogo para posterior retorno, este se dá no ponto em que pararam. Alguns chamam de “partida” mesmo, outros, de “campanha”, pois não tem necessariamente um fim, mas sim uma cadeia de evento. Ao retornarem para o jogo, para prosseguirem na narrativa, os jogadores sempre usam os mesmos personagens outrora criados e isso faz com que reforcem sua vida dentro do jogo, para não perderem sua criação (seu personagem), além de trazer grande imersão.
Um dos primeiros RPG foi o famoso Dungeons and Dragons, lançado em 1974, por Dave Arneson e Gary Gygax. É mundialmente conhecido por seu sistema de jogo, com aqueles seis consagrados atributos, classicamente conhecido por todos que jogam RPG: força, destreza, constituição, inteligência, sabedoria e carisma. A partir do D&D, diversos outros RPGs surgiram, embora o D&D ainda seja líder no mercado. Ao trazer a jogada dos dados, fichas de personagens e tabuleiros, D&D também inspirou diversos jogos eletrônicos e, em 1983, surgiu uma série animada com o mesmo nome. Aqui no Brasil, foi conhecida com “Caverna do Dragão”.
O RPG eletrônico limitou muito a ação do jogador, pois este só pode fazer o que a programação do jogo permite. É apenas mais um sistema que, apesar de inibir infinitas ações do jogador, ainda assim manteve a denominação “RPG” pois ainda várias outras características estavam presentes, quando comparadas com o RPG de mesa, com um tabuleiro e pessoas ao redor. Com a evolução das plataformas, a qualidade da programação e a área de alcance dos jogos, surgiram diferentes tipos de RPGs, tais como MMO (massive multiplayer online), live action (como uma encenação literal), PBem (play by email), tradicional (mesa e tabuleiro físicos, com pessoas ao redor), literal (lendo um livro), turn based (baseado em turno jogador<>inimigo), play by fórum (fórum de jogadores), play by web (sites com mesas de tabuleiros virtuais).
O RPG de mesa tradicional envolve livros, dados, lápis e papel. Temos como exemplo desta forma primária de RPG, o Hero Quest e o Dungeons and Dragons.
O live action é quase um filme, interpretado por jogadores, que estão, na verdade, jogando, não encenando. É jogar os dados e interpretar as ações do personagem, como, ao pular um buraco, pular de um sofá para o outro (cuidado com a queda). Há também as vestimentas características e, mesmo com poucos recursos, a criatividade se faz aparecer. Apesar de parecer que as ações dos jogadores sejam livres, e realmente são bem livres, ainda há limites impostos pelo sistema do jogo e pelo mestre. Não há, necessariamente, dados para jogar, podendo haver outras formas de percepção aleatória, como, por exemplo, a própria capacidade física do jogador. Experimente fugir de uma avalanche, que é o cenário do personagem, apenas correndo pela rua, que é o real cenário do jogador.
Literal é ler o livro e seguir os parágrafos do livro. Para cada ação, ir a um determinado parágrafo. Basicamente é pegar o livro e, conforme suas escolhas, seguir os parágrafos indicados. Pode ser jogado por mais de uma pessoa ao mesmo tempo, com mais de um livro, mas é mais comum jogar solo. É típico jogar deitado na cama, mas não prestes a dormir, pois é um jogo, e os jogos tem o poder de afastar a vontade de dormir.
Play by email e Play by fórum: estes dois podem ser classificados como um MMO, com latência de dois dias. É realmente mandar um email contendo todas suas ações para todos os demais jogadores, inclusive o mestre, e este analisará o mundo, e responderá a mensagem de volta para todos os jogadores. Pelo fórum, a narrativa é muito maior que pelo email.
O MMORPG (massive multiplayer online RPG) seria um subgênero do RPG, onde é obrigatória uma conexão em rede para poder se conectar a um servidor. Costumam ser jogos quase que infinitos, pois há muito que se fazer dentro de um MMO e não há necessariamente um fim já que as atualizações são constantes e, mesmo os MMOs que já não sofrem mais atualizações, se houver jogadores e condições de manter um servidor, com certeza haverá gente ali para jogá-lo. Possuem um nível muito alto de interações e muito mais liberdade que os jogos não qualificados como MMORPG. Mesmo dentro da comunidade, alguns jogos eletrônicos são tem consenso em sua classificação. Alguns dizem que um jogo é um RPG, outros dizem que é de ação, outros poderiam chamar de “RPG de ação", outros poderiam chamar de “ação com elementos de RPG”. No fim, o que importa é a diversão.

O MMO foi inovador em um ponto: conectar milhões de jogadores do planeta inteiro, jogando ao mesmo tempo. Isso aproximou pessoas, literalmente; surgiram namoros e casamentos tanto dentro do jogo quanto na vida real. É um mundo virtual com novas iterações, possibilitando novas amizades reais aos jogadores. Em 1997, Ultima Online tornou popular o gênero MMO. Após, veio Everquest, com gráficos belíssimos para a época. Ragnarok trouxe a mitologia nórdica para muitos novatos em MMO. São amplamente conhecidos “World of Warcraft’ e “Final Fantasy XIV”.
Essa conexão mundial de jogadores trouxe o RPG para um novo patamar: antes, uma mesa, tabuleiro, dados, seis ou sete pessoas e muita diversão; agora, um mesmo RPG (seja MMO, email, fórum, etc) disponível para milhões de jogadores, do planeta inteiro, e muito mais diversão.

Texto por: Marlon Gontijo

1- Nome do jogo “Free Fire”
O nome Free Fire, que traduzido significa “Fogo Livre” é uma expressão militar utilizada para que os soldados saibam que podem disparar em qualquer direção e em qualquer coisa que se mexa, pois não há a presença de aliados naquela zona. O nome combina com o jogo, pois o ultimo a ficar vivo ganha não havendo aliados.

2 – A Garena não é a desenvolvedora do Free Fire
A Garena apenas é a publicadora (publisher) do Free Fire, mas sim uma empresa do Vietnã chamada de 111dots studio. A Garena apenas comprou o jogo graças ao sucesso que ele obteve nas suas betas.

3 - Os “Idiomas” funcionam como servidores
Muitos jogadores não sabem, mas ao efectuar a troca de idioma no jogo estão também a efectuar uma troca de servidor. Uma curiosidade interessante é que o player basta mudar para o servidor da Tailândia e receberá as novidades do jogo em primeira mão.

4 – A escolha do personagem é importantíssima
No Free Fire em vez da criação do seu próprio avatar o player tem vários personagens que se adequam a vários estilos de jogo e que podem ser melhorados através de créditos.

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5 – Pioneiro dos “Battle Royal” para celulares
O Free Fire foi um dos pioneiros dos Battle Royal para smartphones, sendo o primeiro a chegar ao Brasil. Por ter sido um dos primeiros jogos Battle Royal para celular o Free Fire adquiriu um estatuto elevado, sendo considerado um dos maiores jogos do género.

 6 – Free Fire na Google Play Store
O Free Fire tem mais de 100 milhões de downloads e mais de 18 milhões de avaliações, na sua maioria positivas. O mais notável é que estes números ultrapassam o PUBG e o grande sucesso Pokémon Go.

7 – Easter Eggs Artísticos
Em Moathouse, no mapa Purgatório é possível encontrar vários quadros expostos. Um dos mais notáveis quadros que estão representados no jogo é o quadro “O Grito” de Edvard Munch pintado em 1893.

8 – Homenagem a comunidade brasileira
Como se sabe o Free Fire ganhou muita fama no Brasil, sendo o Brasil um dos países onde o jogo é mais jogado, por isso mesmo a Garena decidiu homenagear a comunidade brasileira no jogo de várias formas.
A primeira é o personagem Miguel, que representa um brasileiro, a segunda é a presença de uma região chamada Brasília no mapa Purgatório. A última e considerada por muitos a melhor foi as skins de Carnaval.

9 – Não é necessário um celular muito poderoso para se jogar
O Free Fire ao contrário de muitos dos seus concorrentes neste modo de jogo, é um jogo leve que começou por ter apenas 39MB e foi aumentado consoante as actualizações, para 176MB e depois 250MB e por ai adiante.
Devido a isto o Free Fire pode ser jogo com um celular de gama de entrada que acabará por manter a qualidade, não sendo necessário um smartphone com grandes especificações. Isto faz com que todas as pessoas a nível mundial possam desfrutar de Free Fire. 
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Call of Duty, a franquia visando uma nova plataforma lança o jogo grátis para celular , podendo ser baixado através da App Store ou Play Store. Se você é fã da franquia agora pode levar o jogo para todo lugar, confira abaixo o trailer do jogo. 

                                               


PlataformasiOS, Android
GênerosTiro em primeira pessoa, Jogo eletrônico de batalha real


Mortal kombat traz novo trailer com o nosso lendário exterminador do futuro que é representado por Arnold Schwarzenegger, o trailer foi direcionado especialmente no seu personagem T-800, No vídeo massacrante e com cenas chocantes podemos conferir a introdução do personagem no jogo, com aquela pegada mortal que já costumamos ver nos filmes do Exterminador. Scorpion, Jax, Kano também aparacem no vídeo sendo massacrados. 

                                                Confira abaixo o vídeo   



Data de lançamento inicial: 23 de abril de 2019
GêneroJogo eletrônico de luta
PlataformasPlayStation 4, Nintendo Switch, Xbox One, PC
ModosJogo eletrônico para um jogador, Jogo multijogador